Pastoral da Mulher de Juazeiro celebra São João com participação das mulheres

Ao som de músicas de forró e quadrilha junina, a Pastoral da Mulher de Juazeiro, Unidade Oblata no Vale do São Francisco, realizou a Festa de São João da Pastoral. A medida em que as mulheres, convidadas para a festa, iam chegando, eram recepcionadas com comidas e bebidas típicas, entrando no clima dos festejos juninos, acompanhadas das agentes que estavam caracterizadas.
Com uma fogueira produzida de papel, as mulheres foram convidadas, desta vez para o auditório e participarem da roda de conversas, onde, através de palavras chaves de símbolos da festa junina, colocadas na fogueira, conversarem sobre suas experiências com aqueles símbolos.
Palavras chaves, como: simpatias, comidas juninas, dançar quadrilha, soltar fogos, pular fogueira, dançar forró, casamento matuto, rainha do milho, roupa caipira, milho assado na fogueira proporcionou a abertura das conversas trazendo nelas a lembrança de momentos juninos em suas vidas. Comentaram o que gostavam de comer nesta época, as simpatias que faziam e ensinavam a fazer, as lembranças que tinham da infância, quando celebraram o São João.
Por último, aconteceu a retirada uma frase: “UM SÃO JOÃO INESQUECIVEL”. Entre todas que citaram boas lembranças do São João, Joelma Moreira, comentou que, certa vez, comemorou, durante três dias, com uma pessoa, numa festa que ocorria tradicionalmente na cidade. Disse ainda, que foi muito bom e até vinha na Pastoral com um chapéu que ganhou desta pessoa na época. Tal comentário, transpareceu ter sido uma lembrança muito boa na sua vida, pois, falava com bastante saudosismo.
Depois da roda de conversas foi realizada a apresentação do casamento matuto, protagonizado pelas agentes da Pastoral e participação de Joelma Moreira. Foi um teatro improvisado e de grande diversão para todos que fizeram e prestigiaram. Em seguida as comidas foram sendo servidas como estava sendo antes como lanche. Algumas mulheres também se animaram em dançar forró. Os licores confeccionados na oficina de habilidades foram distribuídos para as mulheres da turma e aquelas que estavam presentes no evento. Os que restaram também foram sorteados.
A celebração do São João da Pastoral da Mulher de Juazeiro seguiu até o final da tarde, com muita animação.





Menina escreve carta à mãe no AM e denuncia pai por estupro: ‘Me ajuda’

Criança de 12 anos diz que tentou contar antes, mas teve medo. Pai negou acusações; ele deve ser encaminhado à cadeia pública.
 
Por Suelen Gonçalves Do G1
 
Uma carta foi a maneira encontrada por uma menina de 12 anos para contar à mãe sobre os estupros sofridos pelo próprio pai, dentro da casa da família. O pedido de socorro foi entregue à polícia na Zona Leste de Manaus, e o homem foi preso na terça-feira (21). No relato, a criança conta que os estupros ocorriam há algum tempo e que já havia escrito uma outra carta para a mãe, mas não teve coragem de entregar. No texto, ela pede ajuda.

O feminismo como um ideal de liberdade e igualdade, e a visão crítica à prostituição


Visibilizar as estruturas de dominação de gênero, raça, classe, e levar em consideração a experiência das mulheres fazem parte de pensar uma visão da sexualidade feminista que não seja acrítica às formas como o mercado e o patriarcado expropriam, simbolizam, normatizam o corpo das mulheres.


*Por Clarisse Paradis

 
 
 
 
 
 

Turismo sexual e Olimpíadas: quebrando tabus


Aconteceu ontem (16/06), no Rio de Janeiro, o debate “Turismo sexual e Olimpíadas”.
 
A menos de dois meses para a Olimpíada no Rio de Janeiro, o Comitê Popular da Copa e Olimpíadas e a Marcha das Vadias convidaram  para debater megaeventos, turismo sexual e regulamentação da prostituição.

Coisas perturbadoras que as garotas de programas não tem coragem de dizer aos clientes


A vida das garotas de programa pode ser recheada de prazer em vários momentos, mas nem só disso se resume o dia-a-dia de quem vive profissionalmente do sexo. Algumas duras realidades da vida dessas garotas ficam obscuras e nunca são reveladas para os clientes.

Sucesso de público no lançamento do documentário

 
Nesta terça-feira (14) aconteceu no Espaço CentoeQuatro uma comovente conversa sobre “O que a vida fez da gente e o que a gente fez da vida” ,  um documentário sobre a problemática da prostituição e  sua influência na vida de mulheres que a exercem, bem como sua relação com a exploração sexual.

Prostitutas recebem até R$ 30 mil e sustentam a casa em GO, diz UFG

Prostituta sendo abordada por cliente na 'região dos motéis', em Goiânia (Foto: Sílvio Túlio/G1)

Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de Goiás (UFG) traçou um panorama de como é a atuação das mulheres que se prostituem em Goiânia. O estudo aponta que a maioria tem até 30 anos, exige relações com preservativo, é solteira e promove o sustento financeiro da casa e da família. Algumas delas chegam a receber até R$ 30 mil mensais.

PASTORAL DA MULHER DE JUAZEIRO-BA REALIZA O II ENCONTRO DE MULHERES


No último dia 08/06, realizamos o II Encontro com as mulheres, dando seguimento à proposta do projeto de “Afirmação de direitos”, que busca sensibilizá-las, partindo da análise crítica sobre suas realidades, bem como a construção de ações e iniciativas para conquistas e garantia de seus direitos.

Dioceses de Petrolina e Juazeiro realizam Audiência Pública sobre Saneamento Básico e Rio São Francisco nesta terça (14)

 
 
A Diocese de Juazeiro realizará nesta terça-feira (14) a 2ª Audiência Pública com o tema “Construindo Juntos: Paz com a Natureza”. O encontro marcado para as 18h30 – no Centro de Cultura João Gilberto e reunirá representantes dos poderes executivo, legislativo e judiciário de Juazeiro, Petrolina e entidades da sociedade civil que discutirão o lema: Saneamento Básico e Rio São Francisco.

Membros do EI estão vendendo prisioneiras como escravas sexuais no Facebook


Amina Ali, uma das 219 estudantes sequestradas há mais de dois anos pelo Boko Haram na cidade nigeriana de Chibok

Combatentes do Estado Islâmico postaram anúncios no Facebook oferecendo mulheres capturadas como escravas sexuais - por apenas U$8 mil (cerca de R$ 28 mil) cada.
 
Imagens perturbadoras mostram mulheres jovens de 18 anos e mencionam os preços de “venda” das prisioneiras.

Brasileira é suspeita de liderar rede de prostituição na França

Brasileira de 34 anos e 15 pessoas que se prostituíam foram presas.
Rede teria volume de 'várias centenas de milhares de euros'.

 
Da AFP
Uma brasileira de 34 anos, suspeita de chefiar uma rede de prostituição operando no departamento Cher e na região de Paris, foi indiciada por lenocínio na quinta-feira (9).

Para estudantes universitários, prostituição é como trabalhar num bar


Estudo revela que um em cada 20 estudantes vende o corpo para conseguir pagar propinas e os custos de vida associados à vida acadêmica.
 

Como a igualdade de gênero fez da Suécia um país mais rico


 
O país tem um Governo que se autodesigna “feminista”. Que quer impor quotas nas maiores empresas obrigando-as a ter 40% de mulheres a mandar. E pressionar os casais a partilhar mais as licenças parentais.
 

Cultura do estupro: Quando o silêncio dos homens é delinquência social


Nós, homens, pensaríamos duas vezes antes de fazermos comentários machistas, preconceituosos e violentos se tivéssemos medo de sermos criticados, repreendidos e humilhados publicamente por outros homens em um almoço de família, no intervalo das aulas da faculdade, na mesa de bar. E, é claro, também nas conversas, publicações, curtidas e compartilhamentos no Facebook, Twitter e WhatsApp. 
Por Leonardo Sakamoto

"O governo da igreja nunca respeitou totalmente as vidas"

 
Fabiana Mascarenhas
Quem é essa freira feminista que desafiou a igreja? A pergunta me foi feita por um desconhecido quando chegava à Biblioteca Pública dos Barris para entrevistar Ivone Gebara, 72. Logo na entrada, um cartaz estampava a foto da teóloga e anunciava uma palestra que ela ministraria naquela noite a convite da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese). Doutora em filosofia pela Universidade Católica de São Paulo e em ciências religiosas pela Universidade Católica de Lovânia, na Bélgica, Ivone lecionou durante 17 anos no Instituto de Teologia do Recife, onde viveu por 34 anos. Conhecida por declarar publicamente ser a favor do aborto e militante dos direitos das mulheres, desafiou o pensamento oficial católico e propôs novos caminhos para a teologia. Pagou caro por suas posições, consideradas revolucionárias. A hierarquia da igreja impôs-lhe o silêncio. Em 1999, foi proibida pelo Vaticano de ministrar aulas e falar em público. O castigo não a intimidou. Sua voz e seus pensamentos continuam ecoando por meio de palestras e dos mais de 30 livros escritos, entre eles Rompendo o silêncio: uma fenomenologia feminista do mal e As águas do meu poço. Reflexões sobre experiências de liberdade.
Nesta entrevista concedida à Muito Ivone contou que, por questões de saúde, voltou a viver em São Paulo há três anos. Mas permanece católica e certa de suas convicções. Quem é Ivone Gebara?, perguntou-me o desconhecido. Confira nesta entrevista.

Quem autoriza a cultura do estupro?

Foram 33 homens estuprando uma menina de 16 anos. O ato filmado, como tudo hoje em dia na nossa sociedade do espetáculo, foi exposto nas redes sociais para escárnio maior da vítima. O crime noticiado calou fundo especialmente nas mulheres que, ao imaginarem a cena abominável, compartilharam da dor, da humilhação, como se o sangramento da genitália da menina violada e exibida pelos criminosos provocasse uma hemorragia subjetiva em toda uma coletividade de mulheres atingidas.

Por Olívia Santana Enviado para o Portal Geledés

EQUIPE DA PASTORAL DA MULHER DE JUAZEIRO PARTICIPA DE PALESTRA SOBRE A ENCICLICA PAPAL LAUDATO SI


No último dia 02 de junho, o Movimento Fé e Vida, associação de leigos católicos comprometidos com o social de Petrolina/PE, promoveu uma palestra sobre a Encíclica Papal, LAUDATO SI, com a assessoria de Padre Luís Angel Plaza, mestre em teologia e membro do movimento água e vida.

PARTICIPANTES DA OFICINA DE CULINÁRIA PREPARAM FESTA DE ANIVERSÁRIO DAS MULHERES

A tradicional celebração dos aniversários teve um toque especial no mês de maio. O evento aconteceu na última terça-feira dia 31 de maio, e contou com a colaboração das mulheres participantes da oficina de habilidades, grupo de culinária, com a confecção do bolo.

Anistia Internacional diz que proibir a prostituição prejudica as mulheres

 Dois agentes interrogam prostituta e cliente durante operação policial T. SAMSON AFP
 
Proibir a prostituição e penalizar sua demanda e atividades relacionadas – como o aluguel de estabelecimentos para seu exercício – tornam mais vulneráveis as trabalhadoras sexuais, segundo relatório publicado nesta quinta-feira pela ONG Anistia Internacional. O estudo, dividido em quatro documentos relativos a Argentina, Noruega, Hong Kong e Papua-Nova Guiné, conclui que punir a atividade “reforça a marginalização, o estigma e a discriminação, podendo negar às pessoas que se dedicam ao trabalho sexual o acesso à Justiça”.

JUAZEIRO TEM GRUPO PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

 

O programa Geraldo José entrevistou nesta terça-feira (31), técnicos do Núcleo Regional de Saúde Norte (do governo do Estado), que também são membros do Grupo de Homens de Juazeiro pelo Fim da Violência Contra a Mulher. Em todo o Brasil, após a repercussão do estupro coletivo que aconteceu no Rio de Janeiro na semana passada envolvendo uma menor de 16 anos, surgiram diversas campanhas e mobilizações contra a Cultura do Estupro. Em Juazeiro, é através desse grupo que o tema da violência contra a mulher vem sendo abordado através de cursos, palestras, oficinas.

Aniversário da fundação da 1ª Casa de Acolhida das Irmãs Oblatas


No dia 1º de Junho, a Família Oblata comemora a abertura da primeira "Casa de Acolhida", na Espanha (Ciempozuelos)

Hoje celebramos os 152 anos de fundação da primeira casa, onde padre Serra e Madre Antonia (ainda leiga) acolheram as primeiras mulheres em situação de prostituição.

"No dia 1 de junho de 1864 Pe. Serra e Antonia abriram uma Casa de Acolhida para mulheres prostituídas, em Ciempozuelos, nos arredores de Madri, respondendo ao clamor que ele vinha recebendo em suas visitas ao Hospital São João de Deus diante do abandono e da miséria em que se encontravam as mulheres em situação de prostituição daquela época. “É muito doloroso o que tenho presenciado para ficar tranquilo, sem fazer alguma coisa por elas. Se todas as portas estão fechadas, eu lhes abrirei uma onde possam se salvar”. Neste momento, Pe. Serra tomou a decisão de ajudar essas mulheres.