Fundação da 1ª Casa de Acolhida das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor


A Congregação das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, celebram no dia 1º de junho, 152 anos da fundação da primeira casa de acolhida para as mulheres. 
 

Eles não estão doentes, e nós não estamos loucas

Ontem, uma menina foi estuprada por 30 homens no Rio de Janeiro.

 
Por Maria Júlia Do Nascer Mulher
 
Foi com indignação que recebemos a notícia. Indignação, asco, ódio. Para além da revolta, deu pra sentir em cada comentário a raiva acumulada das mulheres. Só de lembrar da notícia, dá vontade de chorar. E não foram só as militantes que ficaram assim.
 
É, nós cansamos de viver com violência. Cansamos, e cansamos principalmente de, depois de tudo, ainda sermos chamadas de loucas e histéricas quando denunciamos machismo. Cansadas de não poder sentir raiva sem ser chamada de sectária, ou “odiadora de homens”.
 
Resolvi escrever. Precisava colocar alguma coisa pra fora depois dessa notícia. Escrever: boa, gosto disso, preciso disso. Mas o quê? Vou fazer um texto inteiro xingando os caras? (porque, acreditem, a vontade é exatamente essa).
 

Pastoral da Mulher de Juazeiro é eleita Presidente do Conselho de Assistência Social

 
No último dia 24 de maio, a Pastoral da Mulher de Juazeiro, Unidade Oblata no Vale do São Francisco, foi eleita para a Presidência do Conselho de Assistência Social de Juazeiro/BA, representando a sociedade civil. A função de Presidente será assumida por Fernanda Lins, coordenadora da Pastoral da Mulher, representante do Instituto das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, da qual a instituição é vinculada. A vice-presidência será assumida por Jussara Rêgo, gerente de proteção básica do município de Juazeiro/BA.

REDE OBLATA DIVULGA VÍDEO INSTITUCIONAL



O Instituto das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor divulga o vídeo institucional nas redes sociais com o intuito de fazer-se mais presente junto à Igreja, redes assistenciais, mulheres inseridas no contexto da prostituição e público em geral.

Pastoral da Mulher realiza 1°. estudo das áreas abordadas

Nesta quarta-feira 25 de maio, a equipe de trabalhadoras sociais da Pastoral da Mulher em Juazeiro esteve reunida para realizar o primeiro estudo de 2016 das áreas abordadas. Nesse sentido, o Posto de combustíveis Frei Damião foi o local escolhido para ser estudado inicialmente.

Profissionais do sexo podem cobrar dívidas na Justiça


Uma prostituta é contratada por um homem. Depois do programa, ela cobra o valor acordado pela prática sexual – R$ 15. Ele recusa-se a pagar. Ela arranca-lhe um cordão com pingente folheado a ouro. É então ameaçada. A garota de programa acha uma faca e pergunta ao homem: “Você não vai me pagar?”. Policiais militares presenciam o fato e a prendem em flagrante. Por qual crime a garota de programa deve ser processada: por roubo ou por exercício arbitrário das próprias razões?
 

Em Cannes, prostitutas conseguem burlar nova lei e cobram r$ 2.200 por hora.

 
Uma nova lei francesa que criminaliza a compra do ato sexual desde 13 de abril parece não ter surtido efeito em Cannes. Moças são pagas por clientes franceses e estrangeiros para desfilar pelos tapetes vermelhos e festas do festival de cinema.
 
É o que dizem duas jovens entrevistadas pelo site "The Hollywood Reporter", que declararam receber até 550 euros por hora (o equivalente a R$ 2.200 reais) para acompanhar seus clientes.

‘Mulher me ofereceu moedas’, diz bailarina vítima de preconceito em Natal


Bailarina e pesquisadora, Silvia Alves desabafou em uma rede social. Ela ainda relata que um motorista de ônibus se negou a abrir a porta.

 
 “Uma mulher me ofereceu moedas para que eu comprasse algo. Fiquei muito mal porque foi racismo e sei que, infelizmente, minha filha também vai passar por isso”. 

 
Esse desabafo é de Silvia Alves, bailarina e pesquisadora de 26 anos, vítima de discriminação racial em Natal. O relato do caso, feito pela própria Silvia em sua página no Facebook, tem mais de 44 mil curtidas e pouco mais de 3 mil compartilhamentos.

Integrante da Pastoral da Mulher de Juazeiro participa da 4ª. Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres em Brasília


 
“Não permitir retrocessos!” Com este lema, cerca de três mil mulheres de todo o Brasil reúnem-se para a 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (4ª CNPM), realizado de 10 a 12 de maio, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília/DF, que contou com a participação da presidente Dilma Rousseff na cerimônia de abertura.

PASTORAL DA MULHER CELEBRA O DIA DAS MÃES COM ALEGRIA E ENTRETENIMENTO


O Dia das Mães é uma data comemorativa em homenagem a todas as mães, e em alguns países, como o Brasil, é comemorado no segundo domingo do mês de maio. Já em Portugal, por exemplo, acontece no primeiro domingo do mês.
 
No Brasil a data foi oficializada em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas, e alguns anos depois, o Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara, determinou que o Dia das Mães também faria parte do calendário oficial da Igreja Católica.
E para comemorar essa data, a Pastoral realizou no dia 06 de maio a celebração do dia das Mães no Clube dos Comerciários, proporcionando as mães e seus filhos um dia de lazer e entretenimento. O evento reuniu 65 mulheres atendidas e seus 107 filhos, os quais também marcaram presença juntamente com suas mães, como forma de demonstrar companheirismo e carinho.

Alemanha: imprensa barrada em zona de prostituição


A cidade alemã de Colônia, uma das sedes da Copa do Mundo deste ano, proibiu jornalistas estrangeiros de filmar ou fotografar o distrito de prostituição Geestemuende, como informa Katy Duke [The Guardian, 3/5/06]. O governo alemão construiu boxes em zonas de prostituição em diferentes cidades, nos quais os clientes estacionam seus carros para fazer sexo com as prostitutas – os conhecidos ‘bordéis drive-in’. Tais distritos receberam recentemente atenção da mídia por estar sendo ampliados e reformados por conta da Copa; o interesse repentino afastou clientes e não agradou às prostitutas.

Mulheres negras pedem justiça para Luana Reis, morta após ser espancada por PMs

 

Manifestantes ocuparam uma via da avenida Paulista, na capital paulista, em protesto contra a violência sofrida por Luana Barbosa dos Reis, que faleceu em consequência de isquemia cerebral dias depois de ser agredida por policiais militares em Ribeirão Preto (SP)
 
Por Alê Alves (texto), especial para a Ponte Jornalismo
e Daniel Arroyo (fotos e vídeo)



Na última terça (03/05), um grupo composto majoritariamente por mulheres negras protestaram em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista, em São Paulo, contra a morte de Luana Barbosa dos Reis, de 34 anos, por uma isquemia cerebral dias após ser espancada por três policiais militares na periferia de Ribeirão Preto, interior paulista.

Negras sofrem preconceito até na prostituição

Mesmo em um grupo risco, as mulheres negras são preteridas e sofrem mais agressões

Do alto de um salto, o olhar amedrontado via um velho Chevrolet verde chegar para oferecer mais do que era esperado. Para a menina de 16 anos que havia fugido de casa, R$ 50 podia representar a solução de seus problemas. A adolescente sentou no banco do passageiro do carro e seguiu para seu primeiro programa. Foi inesquecível, da maneira mais negativa possível.

Aspectos sobre o atendimento à mulher prostituída



            Considerando as diversas variáveis que cercam o mundo da prostituição, tais como o preconceito, a exploração, a violência, o desrespeito, entre outras prejudiciais à mulher, questiona-se: por que mulheres entram e permanecem no mundo da prostituição? Problemas afetivos e educacionais?  Trabalho? Problema social? Com certeza são fatos que evidenciam a relevância social desse fenômeno.

Abordagem social: uma atitude de aproximação


Falar de abordagem social é falar de uma ação que representa para nós, Pastoral da Mulher em Juazeiro/BA, uma atitude de aproximação, chegada, diálogo e interação com as pessoas, especificamente com as mulheres que se encontram no contexto da prostituição. Para se realizar essa abordagem, é fundamental um conhecimento prévio sobre a realidade, para que dessa maneira sejam realizadas ações que respondam de maneira contextualizada e eficaz as demandas apresentadas por elas. Assim, Consideramos que o conhecimento prévio sobre a realidade da prostituição é um dos principais aspectos a serem considerados no processo socioeducativo com as mulheres, pois oportuniza espaços de troca de informações e orientações diversas, especialmente no que se refere ao universo feminino e outros assuntos, bem como a promoção de espaços para a criação de vínculos que serão estabelecidos em processos posteriores. Tal intervenção deve partir de uma aproximação respeitosa e que compreenda a situação em que se encontram as mulheres no mencionado contexto.