PASTORAL FALA SOBRE HIGIENE INTIMA COM AS MULHERES

Resultado de imagem para SAÚDE DA MULHER
A Pastoral inicia o ano de 2016 abordando com as mulheres sobre a Higiene Íntima, apresentando as doenças relacionadas e dicas de cuidados.

Atendendo à pedidos das mulheres, o tema volta a ser discutido nos locais de batalha visitados pela Pastoral da Mulher em Juazeiro. A mulher moderna vivencia uma rotina bem corrida, sem tempo nem para oferecer a devida atenção aos cuidados com o corpo. Nesse sentido, a região íntima acaba por sofrer as maiores consequências.
As mulheres nunca devem deixar de cuidar da limpeza correta e da utilização de produtos de higiene adequados. No entanto, assim como a falta de higiene, o excesso de limpeza pode trazer problemas. Os cuidados durante o banho, não devem levar mais de três minutos, caso contrário pode haver ressecamento e traumatismos na região vaginal. Em alguns momentos, como no período menstrual, depois de exercícios físicos e no pós-parto, o asseio deve ser feito com mais frequência, já que a região fica mais úmida, mas sempre com cautela, pois trata-se de uma região muito sensível.

Os riscos de infecções nessas regiões são facilmente percebidos e bastante parecidos. Geralmente, há corrimento intenso, de cor amarelada ou esverdeada, odor desagradável, prurido, coceira e, muitas vezes, sujeiras e manchas brancas, semelhantes à nata de leite, nas paredes da vulva.


Nesse sentido, a Pastoral realizará nas abordagens, a entrega de um kit prático de higienização às mulheres que estão nos pontos de prostituição e que nem sempre contam com uma estrutura para tal. O pequeno kit é composto por um panfleto informativo, o qual apresenta as doenças relacionadas à saúde da mulher, assim como as dicas e cuidados com os hábitos. há também uma embalagem contendo lenços umedecidos, estes, oferecem maior mobilidade na hora da limpeza, o que é bastante importante para quem vive na batalha.
 




ASSÉDIO SEXUAL NO TRABALHO: VOCÊ JÁ PASSOU POR ISSO?


Muitas mulheres passam por assédio sexual no trabalho, mas não sentem segurança para denunciá-lo e quebrar o silêncio. Em muitos casos, a mulher que sofre assédio sexual prefere sair do emprego, porque ficar desempregada e buscar outro trabalho soa como uma opção melhor do que buscar a punição para o assediador. É muito difícil revelar o que está acontecendo quando se tem receio de que não se possa provar ou que ninguém acredite.
É muito importante saber que o assédio sexual no trabalho não vem necessariamente de superiores e nem é algo que o assediador faz com uma intenção supostamente elogiosa. Há mulheres que são sexualmente assediadas quando escutam deboches a respeito dos seus corpos ou da sexualidade que os assediadores julgam que elas possuem. No entanto, disfarçada de “brincadeira” ou forjada na insistência da abordagem sexual, o assédio tem muitas faces.
Muitos assediadores esperam que as mulheres sejam agradecidas pelo assédio sexual que sofrem, como se os atos fossem elogiosos e não invasivos. No entanto, tal assédio torna o ambiente tóxico, repleto de medos e sentimentos ruins que fazem com que o trabalho das mulheres seja prejudicado. Afinal, é muito difícil manter um certo nível esperado de performance quando não se pode sequer caminhar pelos corredores ou quando o simples ato de buscar um copo d’água se torna um dilema.
Um dos maiores desafios continua sendo a não-concretização da denúncia e a falta de assistência que essas trabalhadoras podem sentir. Além disso, a falta de informação age como um verdadeiro entrave para que o assédio sexual seja devidamente identificado, interrompido e punido.
Também é fundamental compreender que nem todas as trabalhadoras que estão sofrendo assédio sexual estão em escritórios ou ambientes corporativos. Não há apenas um tipo de emprego onde isso acontece. As empregadas domésticas, por exemplo, são parte das maiores vítimas de assédio sexual e abusos no trabalho, sobretudo porque vivem em ambientes privados, sem órgãos ou responsáveis que zelem por seus direitos e submetidas a uma rotina de muitas violações de direitos – sejam elas quanto aos horários extenuantes ou funções acumuladas.

Em primeiro lugar, é preciso que todos os trabalhadores saibam o que é assédio sexual e que haja maior conscientização a respeito do problema. Porém, nenhuma formação ou reunião será eficiente se o machismo não for confrontado e eliminado das relações de trabalho. Se o ambiente de trabalho é hostil para as mulheres, porque não é planejado para que pessoas de todos os sexos possam trabalhar ou porque o trabalho das mulheres é considerado inferior de alguma forma, é impossível esperar que não exista assédio sexual.
Por todos esses fatores, se você sofre assédio sexual no seu trabalho, busque ajuda. Procure sindicatos, grupos de apoio e informações na internet. Você pode encontrar coletivos de mulheres que lutam contra a violência sexual e que poderão te ajudar, além de suporte jurídico. Rompa o silêncio. Um ambiente de trabalho livre de assédio sexual é seu direito.


Texto: Jarid Arraes
Fonte: http://agenciapatriciagalvao.org.br/trabalho_/assedio-sexual-no-trabalho-voce-ja-passou-por-isso-por-jarid-arraes/

PASTORAL DA MULHER INICIA SUAS ATIVIDADES DE 2016 EM ALTO ASTRAL

Essa semana, a Pastoral da Mulher abriu suas portas iniciando os atendimentos e abordagens aos locais de batalha e visitas domiciliares.
Esse ano a instituição conta com a realização de novas atividades como: oficinas de confeitaria, comidas típicas, cabeleireiro, entre outras. As mulheres continuarão usufruindo dos demais serviços oferecidos como: cantinho da beleza, celebração dos aniversários, espiritualidade, atendimento psicológico, etc.


A Pastoral da Mulher está localizada na Rua Raul de Queiroz, Nº. 110, bairro Alagadiço/Juazeiro Bahia
Horários de funcionamento: Segunda à sexta-feira das 8:00h da manhã às 12:00h e 13:30h da tarde às 17:30h da tarde