PASTORAL DE JUAZEIRO PROMOVE 6º ENCONTRO DE MULHERES E CELEBRAÇÃO NATALINA


No dia 16 de dezembro, a Pastoral de Juazeiro esteve realizando no clube dos comerciários o 6º encontro de mulheres: “Tecendo histórias, construindo caminhos” com o objetivo de promover espaços de integração entre elas e buscando a construção conjunta de estratégias para a garantia de seus direitos.
A atividade foi conduzida pelas agentes Ana Paula Santos e Adjany Fernandes.

De modo geral, foi notável o envolvimento das mesmas e abertura para relatarem suas histórias de vida, especialmente o momento atual em que estavam vivendo.

A maioria mostrou gratidão pelo serviço da Pastoral, expressando ser o espaço que oferece acolhimento e respeito entre todas.


Finalizando, sugerimos que expressassem o que o encontro de mulheres representou nesta 6ª edição. Assim surgiram as seguintes palavras e expressões: Persistência, união, fé em Deus, coragem, ajuda, amizade.


Em sequência, foi realizada a celebração de Natal, com uma tarde de lazer e diversão, contando com a participação de 52 mulheres.

Dando início a festa, foram realizadas brincadeiras conduzidas pelo animador Ricardo Matos e a trabalhadora social Joice Oliveira, que desenvolveram diversas atividades para animar a festa e promover espaços lúdicos com todas. Além disso, mulheres e filhos também puderam desfrutar de banho de piscina. Contamos também com a participação de voluntárias do Lions Clube que realizaram atividades recreativas com os (as) filhos (as) das mulheres.

Para o momento reflexivo, as educadoras Adjany, Mônica e Railane prepararam uma mensagem lúdica intitulado “O natal somos nós” a fim de demonstrar o sentido do natal, onde todas confraternizaram e cada uma pode desejar sentimento e realizações positivas umas para outras no ano vindouro. O momento permitiu perceber que o natal estar para além da materialidade (presentes) mas que se faz presente em pequenos gestos a exemplo, de servir um ao outro gratuitamente.








Finalizando o evento comemorou-se a celebração do aniversário das mulheres com uma linda mensagem de felicitação.

Para a equipe esse é um evento importante, pois além de celebrar a vida e o nascimento de Jesus, podemos juntas festejar com as mulheres suas realizações e também refletir sobre as dificuldades que conseguimos enfrentar com coragem e fé, na esperança sempre de dias melhores. Sem dúvidas todas se divertiram muito nesse dia.
 




Oficina de enfeites natalinos embelezam o final de ano da Pastoral da Mulher

Com o objetivo de promover às mulheres espaço de aperfeiçoamento e capacitação, foi realizada pela Pastoral da Mulher a Oficina de Enfeites Natalinos com duração de três tardes, onde as mulheres confeccionaram guirlandas e diversos enfeites natalinos, com os quais ao final puderam decorar a sede da Pastoral e também suas casas.


Durante o desenvolvimento da oficina as  mulheres tiveram várias dicas importantes em relação à produção de artesanato, como: preparar um local para que possa trabalhar com seu material artístico, combinar as cores e ser organizada, pois, seguindo esses pequenos passos, elas podem otimizar seu tempo de trabalho e garantir mais qualidade ao seu artesanato.

Nesse período foi notável o bom envolvimento do grupo participante, onde as mulheres demonstraram suas habilidades em relação ao artesanato, como também obtiveram muitos conhecimentos à respeito de onde comprar matéria prima com preços mais acessíveis, e consequentemente as noções de como oferecer seus produtos agregando sempre valor ao seus produtos.





As mulheres demonstraram satisfação com o resultado das peças produzidas.

Violência contra mulher não é só física. Conheça outros 10 tipos de abusos




Controlar financeiramente, expor vida íntima e forçar atos sexuais desagradáveis são casos já previstos pela Lei Maria da Penha.

A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para a enfrentar a violência contra a mulher. A norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero.
Além da Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2015, colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses casos.



Mas o que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro.  A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica.





Conheça algumas formas de agressões que são consideradas violência doméstica no Brasil:



1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima
Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.



2: Tirar a liberdade de crença
Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.



3: Fazer a mulher achar que está ficando louca
Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.



4: Controlar e oprimir a mulher
Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.



5: Expor a vida íntima
Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.



6: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços
Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.



7: Forçar atos sexuais desconfortáveis
Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.



8: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar
O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.



9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial.



10: Quebrar objetos da mulher
Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.


Fonte:http://www.compromissoeatitude.org.br

Oficina de Salgados foi Destaque com as Mulheres na Pastoral

A oficina de salgados, a qual teve duração de dois meses realizou seu encerramento no último dia 26 de novembro. A atividade proporcionou às mulheres espaço de aperfeiçoamento e capacitação, além de possibilitar momentos terapêuticos e possibilidades de garantia de renda.

O grupo, durante a atividade participou com motivação e compromisso. As mulheres avaliaram de maneira coesa a execução da atividade além de demonstrarem interesse em continuarem  participando das atividades na Pastoral em 2016.




Dessa forma, a Pastoral da Mulher vem contribuindo no desenvolvimento de várias habilidades de seu público, para que assim, elas possam expandir seus conhecimentos, melhorar sua renda e acima de tudo oferecer oportunidade de melhoria da autoestima da mulher.
Nesse sentido, em 2016, a Pastoral continuará apostando em atividades sugeridas pelas mulheres e muitas novidades ainda estão por vir. Aguardem!