segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

PASTORAL DE JUAZEIRO PROMOVE 6º ENCONTRO DE MULHERES E CELEBRAÇÃO NATALINA


No dia 16 de dezembro, a Pastoral de Juazeiro esteve realizando no clube dos comerciários o 6º encontro de mulheres: “Tecendo histórias, construindo caminhos” com o objetivo de promover espaços de integração entre elas e buscando a construção conjunta de estratégias para a garantia de seus direitos.
A atividade foi conduzida pelas agentes Ana Paula Santos e Adjany Fernandes.

De modo geral, foi notável o envolvimento das mesmas e abertura para relatarem suas histórias de vida, especialmente o momento atual em que estavam vivendo.

A maioria mostrou gratidão pelo serviço da Pastoral, expressando ser o espaço que oferece acolhimento e respeito entre todas.


Finalizando, sugerimos que expressassem o que o encontro de mulheres representou nesta 6ª edição. Assim surgiram as seguintes palavras e expressões: Persistência, união, fé em Deus, coragem, ajuda, amizade.


Em sequência, foi realizada a celebração de Natal, com uma tarde de lazer e diversão, contando com a participação de 52 mulheres.

Dando início a festa, foram realizadas brincadeiras conduzidas pelo animador Ricardo Matos e a trabalhadora social Joice Oliveira, que desenvolveram diversas atividades para animar a festa e promover espaços lúdicos com todas. Além disso, mulheres e filhos também puderam desfrutar de banho de piscina. Contamos também com a participação de voluntárias do Lions Clube que realizaram atividades recreativas com os (as) filhos (as) das mulheres.

Para o momento reflexivo, as educadoras Adjany, Mônica e Railane prepararam uma mensagem lúdica intitulado “O natal somos nós” a fim de demonstrar o sentido do natal, onde todas confraternizaram e cada uma pode desejar sentimento e realizações positivas umas para outras no ano vindouro. O momento permitiu perceber que o natal estar para além da materialidade (presentes) mas que se faz presente em pequenos gestos a exemplo, de servir um ao outro gratuitamente.








Finalizando o evento comemorou-se a celebração do aniversário das mulheres com uma linda mensagem de felicitação.

Para a equipe esse é um evento importante, pois além de celebrar a vida e o nascimento de Jesus, podemos juntas festejar com as mulheres suas realizações e também refletir sobre as dificuldades que conseguimos enfrentar com coragem e fé, na esperança sempre de dias melhores. Sem dúvidas todas se divertiram muito nesse dia.
 




quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Oficina de enfeites natalinos embelezam o final de ano da Pastoral da Mulher

Com o objetivo de promover às mulheres espaço de aperfeiçoamento e capacitação, foi realizada pela Pastoral da Mulher a Oficina de Enfeites Natalinos com duração de três tardes, onde as mulheres confeccionaram guirlandas e diversos enfeites natalinos, com os quais ao final puderam decorar a sede da Pastoral e também suas casas.


Durante o desenvolvimento da oficina as  mulheres tiveram várias dicas importantes em relação à produção de artesanato, como: preparar um local para que possa trabalhar com seu material artístico, combinar as cores e ser organizada, pois, seguindo esses pequenos passos, elas podem otimizar seu tempo de trabalho e garantir mais qualidade ao seu artesanato.

Nesse período foi notável o bom envolvimento do grupo participante, onde as mulheres demonstraram suas habilidades em relação ao artesanato, como também obtiveram muitos conhecimentos à respeito de onde comprar matéria prima com preços mais acessíveis, e consequentemente as noções de como oferecer seus produtos agregando sempre valor ao seus produtos.





As mulheres demonstraram satisfação com o resultado das peças produzidas.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Violência contra mulher não é só física. Conheça outros 10 tipos de abusos




Controlar financeiramente, expor vida íntima e forçar atos sexuais desagradáveis são casos já previstos pela Lei Maria da Penha.

A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para a enfrentar a violência contra a mulher. A norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero.
Além da Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2015, colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses casos.



Mas o que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro.  A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica.





Conheça algumas formas de agressões que são consideradas violência doméstica no Brasil:



1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima
Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.



2: Tirar a liberdade de crença
Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.



3: Fazer a mulher achar que está ficando louca
Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.



4: Controlar e oprimir a mulher
Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.



5: Expor a vida íntima
Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.



6: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços
Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.



7: Forçar atos sexuais desconfortáveis
Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.



8: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar
O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.



9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial.



10: Quebrar objetos da mulher
Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.


Fonte:http://www.compromissoeatitude.org.br

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Oficina de Salgados foi Destaque com as Mulheres na Pastoral

A oficina de salgados, a qual teve duração de dois meses realizou seu encerramento no último dia 26 de novembro. A atividade proporcionou às mulheres espaço de aperfeiçoamento e capacitação, além de possibilitar momentos terapêuticos e possibilidades de garantia de renda.

O grupo, durante a atividade participou com motivação e compromisso. As mulheres avaliaram de maneira coesa a execução da atividade além de demonstrarem interesse em continuarem  participando das atividades na Pastoral em 2016.




Dessa forma, a Pastoral da Mulher vem contribuindo no desenvolvimento de várias habilidades de seu público, para que assim, elas possam expandir seus conhecimentos, melhorar sua renda e acima de tudo oferecer oportunidade de melhoria da autoestima da mulher.
Nesse sentido, em 2016, a Pastoral continuará apostando em atividades sugeridas pelas mulheres e muitas novidades ainda estão por vir. Aguardem!

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Pastoral da Mulher de Juazeiro realiza preparatório para o 6º encontro de mulheres.


Realizou-se na Pastoral da Mulher /Unidade Oblata-BA, o encontro preparatório para o 6º encontro de mulheres “Tecendo Histórias, Construindo Caminhos”.

O momento contou com a participação de 10 mulheres, onde foi realizado uma atividade reflexiva sobre os caminhos percorridos pelas mulheres desde sua vida pessoal até a vivencia na Pastoral da Mulher.

O encontro foi conduzido pelas trabalhadoras sociais Adjany, Ellen Sabrina e Railane que recepcionaram as mulheres promovendo espaços de escuta. Cada mulher partilhou seus sentimentos diante de sua história de vida.

Foi possível ouvir e perceber relatos riquíssimos sobre dores, medos, alegrias, conquistas, sonhos e a gratidão pelo trabalho desenvolvido através da Pastoral da Mulher, onde a história da instituição se entrelaça com a das mulheres.


Além desse momento realizou-se também uma atividade atrativa na qual abordou-se o dia da consciência negra, principalmente sobre as mulheres negras, sendo este espaço conduzido por Ioná demonstrando através da dança o poder do povo negro.  Refletiu-se também a relevância de canalizar sentimentos positivos como: o respeito mútuo, o afeto e amor pelo próximo.


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Juazeiro recebe a Ronda Maria da Penha

Viatura da Ronda Maria da Penha em Juazeiro
Na última quinta-feira, dia 19/11, foi lançada em Juazeiro a Ronda Maria da Penha, um núcleo da Polícia Militar da Bahia para prevenir e coibir possíveis casos de agressão às mulheres, bem como auxílio à justiça nas medidas protetivas. A inauguração contou com a presença de diversas autoridades como o Comandante Geral da PM, Coronel Anselmo Brandão, e do Comandante de Policiamento Regional Norte, Tenente Coronel Neves. também estiveram presentes diversas representações de instituições e movimentos de mulheres como a Pastoral da Mulher com a presença de Joice Oliveira, educadora.

Movimento de mulheres do Poder Público e sociedade civil se fazendo presente no ato.
Toda essa estrutura é devido ao alto índice de violência contra as mulheres registrados no município. A Ronda será mais um instrumento para colaborar na redução desse índice alarmante, pois além da proteção ele também vai buscar a conscientização das pessoas, especialmente dos homens.

A Ronda Maria da Penha funcionará de segunda a sexta-feira, das 07h às 19h, e contará com o apoio de uma viatura e assistência administrativa. A sede da Ronda Maria da Penha estará situada na Vara contra a Violência da Mulher.

Da esquerda para direita: Tenente Nadjane (responsável pela Ronda), Coronel Anselmo, Sueli Argolo (CMDDM), Maria José (Secretaria de Saúde), Isaac Carvalho (Prefeito), Lindsai (Secretaria da Assistência Social), Maisa (CIAM), Marli (PSB - Mulher) e Joice Oliveira (Pastoral da Mulher)

IV CONFERENCIA ESTADUAL DE POLITICAS PÚBLICAS PARA MULHERES – UM OLHAR SOBRE UMA DÉCADA DAS MULHERES.


Nos dias 11, 12 e 13 de novembro de 2015, a cidade de Salvador ficou mais feminina com a realização da 4ª edição da Conferência Estadual de Política para Mulheres onde reuniram-se 1.051 mulheres, representantes dos 27 territórios do Estado.
Estiveram presentes 1.051 mulheres dos mais diversos seguimentos de organização, sendo do poder público e sociedade civil. Mulheres organizadas e reunidas para o debate das políticas públicas implantadas e ainda os desafios que temos que superar
   
Por falar em nossos avanços e desafios, conseguimos neste encontro ter um panorama da última década sobre o que conseguimos alcançar enquanto política pública e o que ainda precisamos avançar.

Conquistamos muitos direitos dentre eles a criminalização da violência doméstica, o seguro saúde para mulheres com câncer, a licença maternidade, a igualdade no matrimonio, assistência jurídica para mulheres encarceradas, o atendimento a mulheres vítimas de violência pelo SUS, implantação de secretarias de políticas para mulheres nos estados e municípios, entre outros.

Segundo Lúcia Bacelar, cientista política e uma das palestrantes da conferência, conquistamos muitos benefícios durante esta década, mas ainda não alcançamos avanços em relação a questão do aborto e direitos relacionados as mulheres LGBT. Mesmo diante das diversidades de lutas que travamos, sofremos problemas comuns que resultam em relações de dominação, exploração e opressão.

Também estamos vivendo atualmente um momento de ameaça às conquistas das mulheres através das reações políticas apresentadas e resistências, devido a uma agenda neoconservadora e regressiva de direitos da Câmara que mantém o patriarcado através da força da bancada BBB (bala, bíblia, boi). Por outro lado, a política brasileira não considera as questões de gênero e raça. Fala se muito, faz-se pouco. De fato, estamos vivendo parecidamente com o tempo das trevas onde os direitos conquistados estão sendo violados.

Outro grande desafio que nos atinge é o feminicídio onde a taxa de mulheres mortas tem sido crescente, sendo em maioria como vítimas mulheres jovens. Foram registrados neste ano cerca de 110 mulheres mortas em Salvador, onde 50,3% foram cometidas por familiares. Outro dado alarmante é que há uma diferença significativa entre mortes de mulheres brancas e negras. Segundo pesquisas, houve um decréscimo de morte das mulheres brancas para 9,8%. Porém há um aumento considerável de homicídio das mulheres negras para 54%.

Como balanço, vê-se que o movimento de mulheres foi fundamental para a conquista dos direitos femininos nas esferas da vida social e política. Apesar dos obstáculos acima citados devemos valorizar a vivencia de uma geração de mulheres informadas, conectadas, conscientes das desigualdades de gênero. É a época que pode ser chamada de “Primavera das mulheres”.

Entre estas, outras reflexões foram feitas como a importância de a mulher inserir-se nos espaços políticos partidários e de poder onde assim possamos incorporar nossos direitos, afinal a política deve ser nossa. Contudo não conseguimos entrar, por exemplo, nos partidos políticos pela grande força da oligarquia masculina. Somente através de organização, investimento na formação política, recursos para os núcleos de mulheres, identificando líderes e tendo legitimidade junto à opinião pública é possível marcar os coletivos de mulheres com suas bandeiras e lutas, na busca pela conquista d@s eleitores com as ideias que defendemos.

Foi um momento muito significativo e que nós da Pastoral da Mulher valorizamos de ter participado de mais essa edição em companhia de uma das mulheres acompanhadas por um dos grupos de comunidade: Cinara – Grupo Gmel. Ela na sua simplicidade e capacidade de reflexão sobre sua realidade conviveu durante estes três dias com essa diversidade feminina e contribuiu muito com este processo como também relatou que aprendeu. Ainda fomos eleitas para representar a Bahia na edição nacional que ocorrerá em Brasília, em março de 2016.

E assim retornamos revigoradas com a sensação de que a luta continua e que não estamos isoladas e continuamos em marcha até que todas sejamos livres.


Joice Oliveira Ferreira
Educadora social - Pastoral da Mulher/Juazeiro-BA


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Mapa da Violência 2015: Políticas de prevenção e de enfrentamento à cultura de violência são essenciais para diminuir feminicídios no país


Dos 4.762 homicídios de mulheres registrados em 2013, 50,3% foram cometidos por familiares, sendo a maioria desses crimes (33,2%) cometidos por parceiros ou ex-parceiros. Isso significa que a cada sete feminicídios, quatro foram praticados por pessoas que tiveram ou tinham relações íntimas de afeto com a mulher. A estimativa feita pelo Mapa da Violência 2015: homicídio de mulheres no Brasil, com base em dados de 2013 do Ministério da Saúde, alerta para o fato de ser a violência doméstica e familiar a principal forma de violência letal praticada contra as mulheres no Brasil.


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Acesse a íntegra no Portal Compromisso e Atitude: Mapa da Violência 2015: Políticas de prevenção e de enfrentamento à cultura de violência são essenciais para diminuir feminicídios no país (Portal Compromisso e Atitude, 11/11/2015)

Fonte: http://agenciapatriciagalvao.org.br/violencia/mapa-da-violencia-2015-politicas-de-prevencao-e-de-enfrentamento-a-cultura-de-violencia-sao-essenciais-para-diminuir-feminicidios-no-pais/

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Juazeiro é palco de Celebração da Consciência Negra


Na ultima sexta-feira, 06, foi o Lançamento do Novembro Negro "Juazeiro discutindo a Intolerância ao Genocídio". Esta é uma ação da Prefeitura Municipal de Juazeiro, em parceria com o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial. Para o sucesso dos eventos que estarão acontecendo nos meses de novembro e dezembro, é preciso que as pessoas se mobilizem em favor do movimento. 
Cada um de vocês que são parte dessa construção, e têm um papel fundamental. O Dia da Celebração da Consciência Negra, será 20 de Novembro, a partir das 16h, concentração no Shopping Águas Center em Juazeiro, seguindo pela Avenida Adolfo Viana até a Rua da 28 onde terá apresentações culturais e Show Musical.



Contamos com todas vocês!

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Pastoral da Mulher participará da 4ª. Conferencia Estadual de Políticas para as Mulheres

A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Bahia (SPM-BA) e o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Mulher (CDDM) irão realizar a 4ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres da Bahia (CEPM).

A CEPM será realizada nos próximos dias 11, 12 e 13 de novembro, no Gran Hotel Stella Maris, em Salvador.

O tema da conferência será “Mais direitos, participação e poder para as mulheres”, que será abordado através de quatro eixos temáticos, sendo eles: I - Contribuição dos conselhos dos direitos da mulher e dos movimentos feministas e de mulheres para efetivação da igualdade de direitos e oportunidades para as mulheres em sua diversidade e especificidades: avanços e desafios; II – Estruturas institucionais e políticas públicas desenvolvidas para as mulheres no âmbito municipal, estadual e federal: avanços e desafios; III – Sistema político com participação das mulheres e igualdade: recomendações; IV – Sistema Nacional de Políticas para as Mulheres: subsídios e recomendações.

As conferências

As Conferências Estaduais, Municipais, Territoriais e Livres de Políticas para as Mulheres são frutos da luta dos movimentos de mulheres e feministas. São nestes espaços que as mulheres debatem os desafios e barreiras que impedem o seu pleno desenvolvimento social, político e econômico.

A diversidade e complexidade dos vários segmentos de mulheres são apresentadas, discutidas e sistematizadas em documentos contendo propostas a serem consideradas na formulação de novas políticas públicas. É por esta razão que as conferências são grandes conquistas da sociedade civil organizada, sendo um marco da democracia participativa no Brasil.

A Pastoral da Mulher por sua vez será representada pela pedagoga Joice Oliveira, que é educadora social e Cinara Reis, mulher assistida e convidada para o evento.
"Ressalto aqui a importância da participação da Pastoral da Mulher nesse espaço para debater e lutar pela garantia de direitos das mulheres no município de Juazeiro e todo estado baiano." Declarou Joice Oliveira.


Participe do Cantinho da Beleza na Pastoral da Mulher



Nas tardes de sexta feira são oferecidos serviços de design de sobrancelhas às mulheres assistidas na Pastoral da Mulher. A atividade que tem como objetivo principal, motivar as mulheres a vivenciar um processo de acompanhamento na instituição, vem conseguindo atrair muitas mulheres devido à variedade e qualidade do serviço.
A sobrancelhas podem ser feitas de diversas forma, de acordo com o desejo de cada mulher, podendo ser da forma tradicional, apenas com tesourinha e pinça, maquiada e com rena.






Participe do cantinho da beleza da Pastoral da Mulher e fique linda!

O cantinho da beleza acontece todas as sextas feiras à tarde na sede da Pastoral da Mulher, à partir das 13:30h.



quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Existe um dia certo para fazer autoexame das mamas?

Observar e tocar os próprios seios são dois hábitos de saúde que deveriam sempre estar na sua rotina. A consistência e a aparência das mamas indicam, entre muitos outros riscos, a presença de um tumor. E existe um dia em que é mais fácil perceber alterações. Veja qual a seguir.


Autoexame da mama: quando fazer 

De acordo com a mastologista Priscila dos Santos, do Amato Instituto de Medicina Avançada, o autoexame dos seios deve ser feito do quinto ao sétimo dia após a chegada da menstruação.
A recomendação é justificada porque esse é o período em que a mama menos sente os efeitos da progesterona, hormônio sexual que aumenta as glândulas mamárias, dando aquela sensação de inchaço, encaroçamento e até dor. A especialista explica ainda que os caroços que somem provavelmente estão relacionados a essa mudança hormonal e não representam perigo.
Definir um dia é também importante para que a mulher não esqueça de se tocar. Aquelas que já não menstruam não podem fazer o autoexame em qualquer dia do mês. Vale lembrar que o autoexame das mamas não substitui a mamografia, exame que detecta precocemente a presença de um tumor e aumenta drasticamente as chances de cura.

Como fazer o autoexame da mama 

A primeira parte do autoexame é a observação: olhe cuidadosamente as mamas com os braços abaixados e fique atenta a alterações de cor e textura, partes afundadas ou elevadas. Observe também os mamilos, eles não devem estar retraídos ou afundados, com exceção dos casos em que os mamilos sempre foram assim, nessa situação, trata-se apenas de uma questão anatômica. Em seguida, levante os braços acima da cabeça e observe se algo muda enquanto você faz isso.
Com um dos braços acima da cabeça, toque a mama do mesmo lado com os dedos da mão oposta. Faça movimentos ao redor do mamilo com as pontas dos dedos, procurando por caroços. Você também pode estender o movimento até a axila, onde também podem aparecer tumores.
Fonte: http://www.bolsademulher.com/saude/existe-um-dia-certo-para-fazer-autoexame-das-mamas-veja-qual-e 

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Saúde divulga diretrizes para atendimento a vítimas de violência sexual


A ação permite que o hospital realize exame físico, descrição de lesões, registro de informações e coleta de vestígios que serão encaminhados, quando requisitados, às autoridades policiais.

As unidades hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) se preparam para realizar a coleta de informações e de vestígios de vítimas de violência sexual. O Ministério da Saúde publicou portaria que traz os critérios de habilitação de serviços da rede pública para darem suporte às vitimas desse tipo de violência. As unidades habilitadas poderão realizar o registro de informações em ficha de atendimento multiprofissional até a coleta e armazenamento provisório do material para possíveis encaminhamentos legais. A medida reduz a exposição da pessoa que sofreu a violência, evitando que as vítimas sejam submetidas a vários procedimentos.

A nova portaria (nº 1.662) integra as ações do Programa Mulher: Viver sem Violência, criado este ano por meio de portaria interministerial assinada pelos ministérios da Saúde, da Justiça e pela Secretaria de Políticas para as Mulheres. O programa Estabelece novas diretrizes para organização e a integração do atendimento às vítimas de violência sexual pelos profissionais de segurança pública e de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

Os exames serão feitos em estabelecimentos hospitalares, classificados como serviços de Referência para Atenção Integral às Pessoas em Situação de Violência Sexual, que contarão com equipes compostas por enfermeiros, médicos clínicos e especialistas em cirurgias, psicólogo clínico, hospitalar, social e do trabalho, assistentes sociais e farmacêuticos. Os profissionais serão capacitados para atender vítimas de agressão sexual por meio de força física (estupro), abuso sexual e casos relacionados a abuso sexual envolvendo crianças, dentro ou fora de casa.

A capacitação destes profissionais começou em 2014 e até o momento o Ministério da Saúde já investiu R$ 1,5 milhão para qualificar equipes especializadas nas áreas de saúde e segurança pública. Cerca de 300 profissionais de 52 hospitais já foram capacitados para a realização da Coleta de Vestígios pelo SUS e apenas os serviços capacitados poderão ser habilitados para a realização de tal procedimento. O custeio desses serviços ocorrerá, inicialmente, por meio do Fundo de Ações Estratégicas e Compensação (FAEC) por seis meses, para criar a série histórica necessária à sua agregação ao Componente Limite Financeiro da Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar (Teto Mac) dos Estados e Municípios.

Os atendimentos ocorrerão 24h por dia, sete dias por semana em locais específicos e reservados para acolhimento, registro de informações e coleta de vestígios e a guarda provisória de vestígios. O objetivo é tornar o atendimento mais humanizado e eficaz, evitando assim a revitimização e reduzindo a exposição da pessoa que sofreu a violência, além de oferecer às autoridades policiais elementos que identifiquem os autores da violência e comprovem o ato.

COMBATE À IMPUNIDADE – O registro de informações e a coleta de vestígios no momento do atendimento em um dos estabelecimentos de saúde habilitados para esta finalidade contribuem para o combate à impunidade, considerando a sua realização nas primeiras horas após a violência. No entanto, é importante reforçar que os serviços de saúde não substituem as funções e atribuições da segurança pública, como a medicina legal, uma vez que ambos vão atuar de forma complementar e integrada, conforme a Portaria Interministerial n° 288, de 25 de março 2015, que estabelece “orientações para a organização e integração do atendimento às vítimas de violência sexual pelos profissionais de segurança pública e pelos profissionais de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto à humanização do atendimento e ao registro de informações e coleta de vestígios”.

A implementação dessa ação possibilitará aos profissionais do SUS a realização do exame físico, a descrição das lesões, o registro de informações e a coleta de vestígios que serão encaminhados, quando requisitados, à autoridade policial. Isto permite que as informações e vestígios da violência estejam devidamente registrados, armazenados e disponíveis para os sistemas de segurança pública e de justiça nas situações em que a pessoa em situação de violência decidir registrar posteriormente a ocorrência.

A coleta de vestígios (secreção vaginal, anal, sêmen, fluidos depositados na pele ou outras regiões do corpo) é extremamente importante para a identificação do agressor. Esta coleta no corpo da vítima dever ser realizada o mais rapidamente possível a partir do momento da agressão sexual, uma vez que a possibilidade de se coletar vestígios biológicos em quantidade e qualidade suficientes diminui com o passar do tempo, reduzindo significativamente após 72 horas.

SERVIÇOS DE REFERÊNCIA – Atualmente, 543 Serviços de atenção às pessoas em situação de violência sexual no Brasil constam no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Desses, 165 são Serviços de referência para atenção integral às pessoas em situação de violência sexual que ofertam atendimento de forma ininterrupta (24hrs/dia), contam com equipe multiprofissional. Para além dos serviços de referência, existem 371 serviços com atenção ambulatorial às pessoas em situação de violência sexual no CNES que integram as redes nos territórios e promovem acolhimento, atendimento multiprofissional e encaminhamentos necessários, de modo a promover a integralidade da atenção a esse público.

MULHER: VIVER SEM VIOLÊNCIA – O governo federal lançou em 2013 o Programa Mulher, Viver sem Violência, que integra serviços públicos de segurança, justiça, saúde, assistência social, acolhimento, abrigamento e orientação para trabalho, emprego e renda. O programa é coordenado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República. É importante ressaltar que as vítimas de violência, qualquer que seja o tipo, devem procurar os estabelecimentos do Sistema Único de Saúde (SUS), onde serão atendidas conforme sua condição. Se ela sofreu violência sexual, por exemplo, receberá atendimento psicológico, contracepção de emergência para evitar uma gravidez indesejada e profilaxia para DST, HIV, Hepatite B, entre outras medidas de atenção de acordo com a necessidade e o tipo de violência sofrida.

Entre 2013 e 2014, 26 unidades da federação aderiram ao Programa Mulher: Viver sem Violência do Ministério da Saúde. Os eixos do programa incluem a implementação da Casa da Mulher Brasileira, a ampliação da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, a organização e humanização do atendimento às vítimas de violência sexual, a implantação e manutenção dos Centros de Atendimento às Mulheres nas regiões de fronteira seca, campanhas continuadas de conscientização e unidades móveis para atendimento a mulheres em situação de violência no campo e na floresta.

Com a criação do programa, a Central de Atendimento à Mulher – Disque 180 passou a ser um disque-denúncia com acionamento imediato das polícias militares de todo o país. O Disque 180 realizou 4,1 milhões de atendimentos entre 2005 e 2014.

Fontes:

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Brasil registrou um estupro a cada 11 minutos em 2014, aponta Anuário de Segurança Pública


No ano passado, foram registrados 47.643 casos de estupro em todo o país, contra 51.090 em 2013, uma queda de 6,7%. Ainda assim, o dado representa um estupro a cada 11 minutos. O Anuário traz ainda uma pesquisa feita em parceria com o Instituto Datafolha sobre o medo de sofrer violência sexual. Segundo o levantamento, 90% das mulheres declararam temer ser vítimas de agressão sexual contra 42% dos homens.

O Brasil apresentou queda nos registros de estupros em 2014, na comparação com o ano anterior. É o que aponta o
9º Anuário de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Nacional de Segurança Pública nesta sexta-feira, dia 09. Segundo a publicação, foram registrados em todo o país 47.643 casos de estupro, contra 51.090 em 2013, uma queda de 6,7%. Ainda assim, o dado representa um estupro a cada 11 minutos. Já as tentativas de estupro e atentado violento ao pudor aumentaram de 4.897 para 5.042.

Entre os estados que registraram os menores índices de violência sexual denunciada no ano passado estão Espírito Santo, com 238, Roraima com 275 e Piauí com 481 casos registrados. São Paulo aparece como o Estado onde mais casos de violência sexual foram denunciados à Polícia, mesmo com uma redução de aproximadamente dois mil casos. A segurança pública paulista processou 10.026 boletins de ocorrência de crimes contra a liberdade sexual. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, com 5.676 casos em todo o Estado no ano de 2014.

No entanto esses números podem não representar a realidade devido à dificuldade na notificação de crimes de violência contra as mulheres, principalmente nos casos de agressão sexual. “O crime de estupro é aquele que apresenta a maior taxa de subnotificação no mundo, então é difícil avaliar se houve de fato uma redução da incidência deste crime no país”, alerta Samira Bueno, diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em nota divulgada pela organização não governamental.

Medo de estupro é expresso por 90% das brasileiras.

O Anuário traz ainda uma pesquisa feita em parceria com o instituto Datafolha. Segundo o estudo, que entrevistou mais de 100 mil pessoas em 84 municípios brasileiros, 66% dos entrevistados disseram temer ser vítimas de agressão sexual, sendo a maioria mulheres – que somam 90% das respostas positivas contra 42% dos homens.

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A pesquisa mostra ainda que jovens entre 16 e 24 anos são as que mais sentem medo da violência sexual. Os estratos sociais onde o medo de agressões sexuais apareceu mais fortemente foram: amarelos (73%) e pessoas com renda de até dois salários mínimos (75%) e Nordeste do País (74% da população). Os habitantes do Sul brasileiro são os que menos temem a violência sexual (61%). Neste caso, os dados não trazem recorte de gênero.



sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Pastoral da Mulher fala sobre o "Outubro Rosa" em programa de rádio.




O programa de rádio A Voz do Velho Chico é transmitido aos domingos pela rádio Grande Rio AM 680 de Petrolina PE. A Pastoral da Mulher é responsável por apresentar os programas no primeiro domingo de cada mês abordando temas relacionados ao universo feminino.




Nesse mês o programa teve como tema principal o Outubro Rosa, um movimento que alcançou uma popularidade e que transformou de forma bonita e delicada uma causa tão nobre: A luta contra o Câncer de Mama.

O Outubro Rosa tem a cada ano uma expansão maior e abrangente na sociedade, pois monumentos, prédios, pontes, teatros e instituições são iluminados com a cor rosa.




E em Juazeiro acontecerá a 5°. Caminhada em prol do Outubro Rosa no sábado 17.
O evento oferecerá várias atrações culturais e show musical. Todas estão convidadas!






Nesse sentido, a Pastoral da Mulher participa de várias ações durante o ano, oferecendo informações ao público assistido, orientações quanto à realização do autoexame e também encaminhamentos para consultas e mamografias.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Pastoral da Mulher divulga eventos do Outubro Rosa em Juazeiro - BA





A Campanha Outubro Rosa consiste em um movimento Mundial em que no referido mês, diversas cidades se “vestem” de rosa, isto é, modifica a cor da iluminação dos principais monumentos de suas cidades, mudam cores de prédios, utilizam faixas na cor rosa, enfim, cria um ambiente belo e feminino, para que possam chamar a atenção das mulheres para a realidade atual do Câncer de Mama e a importância do diagnóstico precoce, estimulando, dessa forma, a realização periódica do seu exame de mamografia. A cor rosa é a cor da fita de prevenção do Câncer de Mama e Outubro é considerado o mês de luta para o combate do Câncer de Mama.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

ONU revela: Quase 75% das mulheres já sofreram assédio ou abuso online


A matéria alerta para os cuidados com a exposição pessoal e até de familiares nos meios virtuais de comunicação.
 
 
 
Quase três quartos das mulheres conectadas à Internet já foram expostas a algum tipo de violência cibernética, relevou nesta quinta-feira (24) o relatório da Comissão de Banda Larga da ONU, “Combatendo violência online contra mulheres e meninas: um chamado de alerta global”.  O documento pede que governos e indústria reforcem suas ações para proteger efetivamente meninas e mulheres de ameaças e assédios online.
Segundo o relatório, apesar da espiral crescente de ataques online, apenas 26% dos órgãos responsáveis de 86 países tomaram medidas apropriadas para coibir e punir estes atos, estão realmente trabalhando nesse sentido. Nos 28 países da União Europeia, 9 milhões de mulheres relataram ter vivido violência online desde os 15 anos de idade. Uma em cada cinco usuárias vive em países onde o assédio e abuso online é pouco provável que seja punido.
O secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Houlin Zhao, que também atua como copresidente da Comissão, lembrou que o mundo virtual oferece amplos recursos para o empoderamento das pessoas, mas a falta de garantias de segurança pode impedir que meninas e mulheres desfrutem dessas possibilidades.
O rápido crescimento da Internet e sua disseminação móvel implicam desafios legais e de controle social de desvios de conduta e comportamentos criminosos, observou o relatório. Uma era de Internet social e de acesso “a qualquer momento, em qualquer lugar” implica também que a violência pode acontecer a qualquer hora e os atores desses crimes podem assediar seus alvos onde quer que eles estejam, ressalta o documento.
O relatório foi lançado na sede da ONU em Nova York pelo grupo de trabalho sobre gênero, copresidido pela diretora do Programa da ONU para o Desenvolvimento, Helen Clark, e pela diretora executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka. Para esta, “a violência online subverteu a promessa positiva original de liberdade na Internet” ao transformá-la, em muitas circunstâncias, em um lugar que “permite a crueldade anônima e facilita atos daninhos contra meninas e mulheres".

Fonte: http://www.compromissoeatitude.org.br/quase-75-das-mulheres-ja-sofreu-assedio-ou-abuso-online-revela-onu/

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

PASTORAL DA MULHER REALIZARÁ OFICINA DE SALGADOS


No dia 8 de outubro, acontecerá na Pastoral da Mulher em Juazeiro/BA uma oficina de salgados.
A atividade visa oferecer às mulheres atendidas que participarem, espaço de aperfeiçoamento e capacitação no âmbito da culinária, possibilitando assim momentos terapêuticos e de alternativa de renda.

A oficina de salgados terá como foco a confecção de mini salgados para festas, visto que este tem sido um produto muito bem aceito no mercado comercial e de fácil acesso, desde que as pessoas envolvidas na produção e venda tenham no mínimo os conhecimentos básicos como, produzir os alimentos com higiene e qualidade e oferecer preços justos e competitivos.




Um dos resultados esperados pela Pastoral em relação à atividade é de atender ás mulheres motivando-as a vivenciar um processo de acompanhamento e envolvimento na superação da violação de direitos, passando assim a conhecerem mais amplamente o trabalho da instituição.

A oficina de salgadinhos acontecerá todas as quintas-feiras à partir das 13:30h da tarde.



As inscrições estão sendo realizadas na sede da Pastoral da Mulher de segunda à sexta-feira, nos horários das 8:00 as 12:00 e das 13:30 às 17:30H. Garanta sua vaga!
















terça-feira, 22 de setembro de 2015

Mulher atendida pela Pastoral em Juazeiro/BA reivindica seus direitos em relação ao transporte público no município.






O programa Geraldo José desta segunda-feira (21) contou com a participação da moradora do bairro João Paulo II, Maria Veronice, que na oportunidade relatou os problemas enfrentados por passageiros de ônibus coletivos que fazem linhas para o bairro João Paulo II.
Segundo a moradora, os ônibus em horário de pico ficam lotados e muitas passageiros não conseguem utilizar o serviço. “É um dois bairros mais longe de Juazeiro. Nós pagamos uma passagem de quase R$ 3,00 e mesmo assim os ônibus já chegam lotados e muitas pessoas acabam ficando nos pontos. Os idosos são os mais prejudicados”, frisou Maria Veronice.
A moradora expôs ainda que “Essa reclamação não é só minha. Várias pessoas passam pelo mesmo problema no percurso dos ônibus no bairro João Paulo II”.

Cine Diálogos é realizado com sucesso pela Pastoral da Mulher de Juazeiro




A tarde da última quinta-feira, 17 de setembro, foi bem diferente para muitos estudantes, profissionais da área da assistência social e sociedade em geral com a realização do primeiro Cine Diálogos promovido pela Pastoral da Mulher de Juazeiro/BA.
O evento, que iniciou com apresentação teatral, adaptada na música “Geni e o zepelim”, de Chico Buarque, encenada pela trabalhadora social Tamirys Riesenberg, levou aos participantes do Cine Diálogo as primeiras reflexões do que seria debatido no decorrer da tarde.
O Cine Diálogo teve como objetivo principal, apresentar o filme “O que a vida fez da gente e o que a gente fez da vida”, produzido pela Pastoral da Mulher de Belo Horizonte, e debater sobre a realidade das mulheres inseridas no contexto da prostituição. Além disso, contou com a presença maciça de participantes no auditório da Uneb – Universidade do Estado da Bahia, que atenciosamente observavam cada cena e depoimentos destacados no vídeo documentário e pelos palestrantes.
De acordo com Ellen Sabrina, Assistente Social da Pastoral da Mulher de Juazeiro, “espera-se que com a realização deste evento, a sociedade rompa com todo preconceito, discriminação e humilhação que acontece com as mulheres, consolidando e fortalecendo a rede de atendimento as mulheres no município”.
A convidada da tarde, Cinthia Sarinho – mobilizadora e articuladora comunitária da região nordeste / Canal Futura, abordou o tema sobre o abuso e a exploração de crianças e adolescentes. Na oportunidade, Cinthia exibiu filmes, produzidos pelo Canal Futura, com o intuito de que as pessoas possam identificar sinais de violência sexual. “Essa construção é fruto do diálogo com diferentes organizações de referência na temática, que nos ajudaram a pensar como tratar a questão do enfrentamento ao abuso sexual de crianças e adolescentes de uma forma lúdica e de uma forma que pudéssemos transformar esse conteúdo em uma ferramenta pedagógica”.
Miriam Duarte, Psicóloga da Pastoral, ressaltou o trabalho realizado com as mulheres que utilizam os serviços da Pastoral da Mulher e reforçou que “o trabalho com as mulheres ensinam diariamente. Pois são mulheres vítimas de violência, cheias de estigmas, preconceitos e que merecem todo o cuidado no atendimento psicológico”.
Ainda no debate, algumas pessoas da plateia utilizaram o espaço para desabafos, retirada de dúvidas e consultas sobre os temas abordados e receberam certificados de participação.
Para a equipe da Pastoral da Mulher de Juazeiro, o evento foi um sucesso. Não considerando somente o grande número de participantes no evento, mas pela garantia da disseminação da informação que, através dela, tod@s serão multiplicadores e saíram preenchidos da realidade dos fatos que engloba o abuso, a exploração sexual e a prostituição na região do Vale do São Francisco e em outras regiões do país.