"Profissão Repórter" mostra histórias de brasileiras

que se prostituem no Exterior


No programa desta terça-feira, dia 30  de Outubro de 2012, Caco Barcellos e sua equipe acompanham história de brasileiras que se prostituem no exterior.

O repórter Thiago Jock mostra que as brasileiras são maioria nos sites de acompanhantes em Barcelona, na Espanha. E conta a história de Beatriz, que se formou em Direito no Brasil, mora e trabalha em um flat. Por mês, a jovem ganha oito mil euros e gasta quase tudo em roupas de grifes e em bons restaurantes. Em casa, sua mãe sabe do trabalho e dá conselhos. Mesmo com uma vida confortável, Beatriz revela que quer voltar ao Brasil.

Thiago conversa também com Ingrid, que ficou grávida aos 15 anos e logo depois de ter o filho começou a fazer programas. De lá para cá já se foram 20 anos. Essa paraense foi para a Europa atrás de um francês por quem tinha se apaixonado, mas nunca mais o encontrou. Há oito anos mora na Espanha e só recentemente contou ao filho sobre o seu trabalho.

Victor Ferreira começa a reportagem no aeroporto de Belém. Segundo a Polícia Federal, em todos os vôos que saem para o Suriname vão brasileiras que procuram o país vizinho para se prostituir. O principal destino é o garimpo de Benzdorp onde um programa custa três gramas de ouro. A viagem é paga pelo dono do bordel onde as prostitutas vivem e trabalham em situações muito precárias. O banheiro, por exemplo, não tem vaso sanitário nem chuveiro.

E Danielle França segue para Goiás. O estado criou um serviço para atender as mulheres que voltam da Europa sem condições financeiras ou estrutura emocional. Como o caso de duas irmãs e uma prima que até hoje recebem atendimento psicológico. Durante a reportagem, chega a notícia do assassinato de uma brasileira. Aos 37 anos, Fabiana foi morta numa zona de prostituição na cidade de Fafi, em Portugal. A polícia suspeita de um cliente. A família, de origem muito simples, acreditava que ela se mantinha no país vendendo salgados.


Assista a reportagem na página:
http://globotv.globo.com/rede-globo/profissao-reporter/t/programas/v/brasileiras-deixam-o-pais-para-se-prostituirem-parte-1/2216549/
BACO NOS TRÓPICOS – AS MULHERES DO VINHO NO VALE DE SÃO FRANCISCO 




BACO NOS TRÓPICOS – AS MULHERES DO VINHO NO VALE DE SÃO FRANCISCO é uma SÉRIE DOCUMENTAL TRANSMÍDIA MULTIPLATAFORMA que faz um registro audiovisual sobre a recente produção de vinho nos trópicos, única no mundo, realizada no Vale do Rio São Francisco, em Pernambuco e o impacto deste crescimento no dia a dia de uma população sofrida, acostumada a fome e ao desemprego.
 
Enquanto parte do nordeste brasileiro vive a maior seca das últimas quatro décadas, parreirais de uma região às margens do Rio São Francisco conseguem produzir até três colheitas por ano. São uvas para exportação ou produção de vinhos e espumantes. A mão-de-obra feminina caiu nas graças dos produtores, em algumas funções elas chegam a ocupar 70% dos postos de trabalho. As atividades mais delicadas são destinadas a elas, mulheres que estão ajudando a transformar a vida de suas famílias.
 
Capacitar jovens do campo (15 a 25 anos) para utilizar a web como ferramenta para postar depoimentos e fatos , principalmente suas histórias de família, dia-a-dia das trabalhadoras e crianças contando suas experiências de como a nova atividade econômica impactou seu dia-a-dia. Os episódios do webdoc serão realizados e postados pelos próprios jovens da comunidade rural e os primeiros 50 trechos realizados durante um workshop de criação audiovisual , fortalecendo a inclusão digital no campo.
 
A expansão da internet na zona rural tem atenção especial dentro da Secretaria de Inclusão Digital, recém criada pelo Ministério das Comunicações. Há um crescente interesse em projetos de inclusão digital no campo, como a Chamada Pública: Inclusão Digital para a Juventude Rural , em que o Ministério das Comunicações patrocina projetos como "Educação popular e inclusão digital de jovens do Campo: da aprendizagem das TICs à criação de redes de comunicação." (UFF)
 
 
CONFIRA O DOCUMENTÁRIO NA PÁGINA:
Polícia desmonta esquema
de prostituição de menores na Rocinha
 
 
A Polícia Civil desbaratou um esquema de prostituição de menores na Rocinha, na quinta-feira passada, com a prisão do principal agenciador das jovens, o cabeleireiro Dhemian Alves Lopes, de 24 anos, como mostrou neste domingo o programa “Fantástico”, da TV Globo. Durante 15 dias de escutas autorizadas pela Justiça, policiais da 15ª DP (Gávea) registraram mil ligações em que o cabeleireiro aparece negociando o programa de adolescentes de 15 a 17 anos, além de venda e compra de drogas.
Infiltrado como um advogado espanhol, um produtor do “Fantástico” passou uma semana na comunidade fazendo passeios turísticos para se aproximar do agenciador e apurar como funcionava o esquema de exploração sexual, que é exclusivamente destinado a estrangeiros, pois pagam valores mais altos. O programa chegava a custar até R$ 500.
Muitos dos encontros aconteciam em quartinhos alugados na comunidade ou em hotéis próximos à favela de São Conrado. O agenciador tinha uma grande agenda de contatos e oferecia meninas de diferentes aparências físicas.
Logo no primeiro encontro com as meninas, num bar da Via Ápia, na entrada da comunidade, o produtor já pôde conferir a variedade de jovens que participavam do esquema do cabeleireiro. O agenciador peguntava a preferência do cliente e apresentava as opções: louras, morenas e mulatas. As jovens também exibiam fotos sensuais nos celulares durante a negociação.
Algumas fotografias chamaram a atenção do produtor. Entre uma e outra imagem das meninas de lingerie, apareceram fotos de iniciais de uma facção criminosa e de um traficante conhecido como Pateta, que seria o sucessor do Nem no comando da comunidade, mas foi morto pela própria quadrilha.
 
Parentes se beneficiavam
A reportagem também mostrou que o dinheiro do turismo sexual chegava às mãos dos parentes das jovens. Uma jovem de 16 anos, por exemplo, foi flagrada falando ao celular com a mãe, dizendo que estava fazendo um PG (programa) e que não poderia continuar a conversa, mas que ia enviar R$ 50 para ajudá-la.
Nenhuma negociação feita pelo produtor do “Fantástico” foi levada até o fim.
— Essas meninas se beneficiavam do tráfico — disse o major Edson Santos, comandante da UPP da Rocinha. — Elas conviviam com os traficantes. Não diretamente fazendo programa, mas elas se beneficiavam do dinheiro do tráfico, junto com o traficante. Ou seja, foi o primeiro momento em que essas meninas foram desvirtuadas. Num segundo momento, quando o tráfico perdeu o poderio dentro da comunidade, essas meninas foram, através da persuasão desse aliciador, introduzidas na prostituição, sendo oferecidas para os turistas.
 
Taxistas seriam cúmplices
Segundo o delegado Fábio Barucke, titular da 15ª DP (Gávea), o esquema de prostituição era conhecido por taxistas e guias de turismo que circulam na Rocinha. Eles apontariam Dhemian como agenciador quando o assunto era turismo sexual. O cabeleireiro só aceitava clientes indicadas por pessoas das suas relações.
Para o delegado, ficou claro que o esquema de exploração sexual tinha a participação de pessoas ligadas ao turismo na comunidade, que fazem os primeiros contatos com os estrangeiros.
As escutas também revelaram que o agenciador atuava negociando a prostituição de menores no Vidigal. Dhemian Alves Lopes vai responder a inquérito na polícia por exploração sexual de crianças e adolescentes. A pena máxima prevista para esse crime é de dez anos de prisão.


 
No próximo dia 1º, a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) participará de sessão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, D.C, nos Estados Unidos. Durante a audiência temática, agendada pela Organização dos Estados Americanos (OEA), as integrantes da AMNB irão denunciar o Estado brasileiro pela falta de políticas públicas voltadas para as mulheres negras.
Nas palavras de Simone Cruz, secretária executiva da Articulação, o momento é importante por ser uma possibilidade de colocar as demandas destas mulheres.
"A relevância desta audiência é a visibilidade para a situação real das mulheres negras, que representam 49% das brasileiras e estão sub-representadas ou não representadas em diversos âmbitos. Queremos levar essa audiência num tom de denúncia, mas também queremos chegar com uma proposta de diálogo com o governo, pois acreditamos que o fim da desigualdade só poderá acontecer a partir de ações e da implementação de políticas públicas criadas conjuntamente”, disse.
Durante a audiência temática, serão focados dois temas: a saúde das mulheres negras e o trabalho doméstico, temas que já foram levados para o Comitê da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (Cedaw) e que poderão ser reforçados na ocasião.
Os temas foram escolhidos não por acaso. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), 90% dos empregos domésticos são ocupados por mulheres, deste percentual mais 82% são mulheres negras. A secretária executiva acrescenta, com bases em dados da própria Articulação, que as negras são campeãs no exercício do trabalho doméstico sem ter seus direitos trabalhistas garantidos. Por este motivo, uma das recomendações é a garantia da seguridade social para as trabalhadoras.
No que diz respeito à saúde, a situação também é difícil para elas em virtude da falta de acesso a serviços essenciais. Simon Cruz afirma que as instituições de saúde no Brasil não estão sendo capazes de atender as mulheres negras.
"Elas são menos tocadas por médicos como ginecologistas e morrem mais por complicações no parto, gravidez e no puerpério. O que vemos é a impossibilidade de as instituições compreenderem as necessidades das mulheres e também sabemos que elas são atendidas diferentemente, configurando um racismo institucional”, assegura, apontando que entre as recomendações para esta área pedirão a qualificação dos profissionais que prestam atendimento.
Repassando alguns dados importantes, Simone apontou que no que diz respeito à mortalidade de mulheres negras e brancas na faixa dos 10 aos 29 anos, no caso de morte materna o índice entre mulheres negras é de 3,3% enquanto entre as brancas é de 1,6%. No caso das mortes por Aids, 2,2% eram negras e 1,4 brancas.
Simone afirma que com esta audiência esperam respostas concretas que possam acabar com as desigualdades a que as mulheres negras vêm sendo submetidas. "Se houver ações que deem conta do atendimento e acesso das mulheres negras, acredito que em um ano já poderemos ver resultados e respostas concretas”.
Além de secretária executiva da AMNB, também estarão presentes na audiência temática a presidente do Geledes - Instituto da Mulher Negra, Nilza Iraci, e o diretor de Programa para a America Latina da Global Rights, Carlos Quesada.
 
Para mais informações, acesse: http://www.amnb.org.br/site/
 
Natasha Pitts
Jornalista da Adital
 

PASTORAL DA MULHER NA SENSIBILIZAÇÃO AO CANCÊR DE MAMA



 
No mês de outubro é comemorado em todo o mundo o movimento popular conhecido como Outubro Rosa, nome que remete à cor que simboliza a luta contra o câncer de mama e incentiva a participação da população. A ação, que tem como símbolo um laço rosa, teve início nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham movimentos isolados em relação à doença e a mamografia no mês de outubro. Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil o segundo tipo mais frequente de câncer é o de mama. Dados do Instituto Nacional de Câncer revelam que o aumento da doença é uma tendência mundial.
O Instituto de Prevenção Ivete Sangalo (Fundação PIO XII) realizou no dia 20 de outubro (sábado) a 2ª Caminhada “Outubro Rosa de Combate ao Câncer de Mama”. O objetivo é chamar a atenção das mulheres para a prevenção da doença e realização periódica do exame de mamografia para detecção precoce do câncer de mama. A faixa-etária de risco, segundo informações do Instituto é de 40 a 69 anos.
A caminhada saiu da UNIVAF em direção ao terreno onde será construída a nova sede do Instituto, e contou com a participação de mais de 2.000 pessoas, que simbolicamente abraçaram o terreno onde será a nova sede.
Foram distribuídos camisetas, bonés, além de lanches, durante a caminhada.
A mobilização foi encerrada com a apresentação do cantor Sérgio do Forró.

 
 
 
 

Partilhas de vida e de alternativas de renda
são vivenciadas em Juazeiro
A dimensão de alternativas de renda que objetiva acompanhar as mulheres que viveram ou vivenciam iniciativas econômicas, realizou com as mulheres acompanhadas um encontro para partilhas de vidas e das experiências que vem sendo realizadas. Sob a condução da assistente social Ellen Sabrina, o encontro se deu com a presença de 6 mulheres onde umas passaram pela vivencia do Girassol e outras com iniciativas próprias, a exemplo de comercialização de roupas.
No encontro puderam conversar sobre como estavam, o que estão fazendo no momento para gerar renda e o que projetam para dar continuidade às suas atividades. Na oportunidade foi esclarecido a todas que este momento não se trata de um novo grupo a assumir um empreendimento, mas de um momento em que elas podem participar, partilhando suas experiências, angustias e projeções como também de solicitar orientações para organização financeira,  divulgação, capacitação, etc.
Os encontros não ficarão por aí, serão realizados quinzenalmente, sempre às terças feiras no período da tarde na Pastoral da Mulher.

Outubro Rosa busca conscientizar sobre prevenção do câncer de mama

 
Doença será responsável por 52.680 novos casos no Brasil neste ano
Publicado em 1/10/2012 às 05h30: atualizado em: 14/10/2012 às 12h13   
Do R7
Quanto mais cedo diagnóstico é feito, maiores são as chances de cura.
O Outubro Rosa é o mês de conscientização e combate do câncer de mama. No Brasil, estimativas do Inca (Instituto Nacional de Câncer), indicam que a doença será responsável por 52.680 novos casos até o fim do ano.
O movimento que dura o mês inteiro busca alertar sobre os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce deste tipo de câncer, que é o segundo mais recorrente no mundo, perdendo apenas para o de pele.
 

Mulheres borboletas preparam seus voos para encontro em Salvador
 
Desde o dia 09 de outubro, as terças feiras na capela da Pastoral da Mulher tem sido o dia de preparação para as mulheres alçar voos rumo a Salvador participar do encontro de espiritualidade.
 
Tendo como tema “Mulheres Borboletas”, os encontros vêm fazendo uma retrospectiva do que se foi vivido em 2011, porém introduzindo-se outros elementos de autoconhecimento e dimensão espiritual.
 
Ao todo, 08 mulheres estão vivenciando esta experiência sob a condução das agentes Joice Oliveira e Maria das Neves. Todas apresentam grande expectativa pelo momento e abertura pelo o que será compartilhado.
Os encontros preparatórios serão realizados até a data do encontro na capital baiana, que acontecerá nos dias 07 e 08 de novembro, em conjunto com equipe e mulheres do projeto Força Feminina.
 

 



Fotógrafa reproduz glamour, poder e sedução de rainhas históricas

A fotógrafa australiana Alexia Sinclair juntou pesquisa, roupas extravagantes e os mais modernos efeitos fotográficos para criar retratos imaginários de algumas das rainhas mais famosas da História.
Alexia viajou por cinco meses pela Europa para registrar as imagens de fundo do ensaio, como palácios e templos. Usando modelos e vestimentas de luxo inspiradas em roupas da época, ela retratou monarcas como Elizabeth 1ª, Maria Antonieta e Cleópatra, em um processo que descreveu à BBC Brasil como a combinação "de diferentes paisagens e arquiteturas europeias com as minhas modelos e adereços adicionais".
O resultado é o ensaio fotográfico As Doze Rainhas. O trabalho todo durou três anos e as fotos são uma forma de conhecer mais sobre episódios importantes na História.
 
A fotógrafa australiana Alexia Sinclair juntou pesquisa, roupas extravagantes e efeitos fotográficos para criar retratos imaginários de rainhas. Foto: Alexia Sinclair/Reprodução
 
As imagens vão além da estética e representam um mergulho na história. "As vidas fascinantes das figuras reais apresentaram um novo desafio para mim ao utilizá-los como base de uma série fotográfica complexa", disse Sinclair. Aqui está retratada a imperatriz romana Agripina, a jovem (14 DC - 53 DC) que se casou com seu tio, Cláudio. Acredita-se que ela tenha matado o marido por envenenamento, o que levou Nero ao poder na Roma antiga. O título é "a venenosa"
 
A australiana viajou por cinco meses pela Europa para registrar as imagens de fundo do ensaio  Foto: Alexia Sinclair/Reprodução
 
Alexandra Romanov (1972-1918) se casou com Nicolau 2º e foi assassinada pelos bolcheviques na Revolução Russa. O título faz referência a esta queda da monarquia: "a última czarina". A fotógrafa coloca na imagem elementos do ocorrido: "Cada peça pode ser desvendada em uma passagem de uma figura história"
 
À frente de palácios e templos, Sinclair usou modelos e vestimentas de luxo inspiradas em roupas da época  Foto: Alexia Sinclair/Reprodução

 
As fotografias usam a tecnologia para fazer montagens, e acabam misturando estilo clássico com a estética de fotografia de moda para destacar o luxo da realeza. Na foto, Catarina, a Grande (1729-1796), com o título "a imperadora iluminada"
 
Nesta imagem, Alexia Sinclair retrata a rainha Christina da Suécia  Foto: Alexia Sinclair/Reprodução
 
A rainha Cristina da Suécia (1626-1689) abriu mão de seu reinado para se converter ao catolicismo. No entanto, ela ficou famosa pelo seu comportamento masculinizado, que foi tema de vários livros e óperas. Daí, o título desta foto, "a rainha andrógina"
 


 
Cleópatra (69 BC-30 BC) é uma personagem que desperta grande interesse. Ela foi a rainha do Egito, falava seis idiomas e possuía um grande conhecimento sobre estratégias militares. A imagem é intitulada "a sedutora"
 


 
Leonor da Aquitânia (1122-1204) foi a rainha consorte de França e Inglaterra. Primeiramente, ela casou com o rei Luis 7º da França e, depois de ter a união anulada por consanguinidade, ela se casou com Henrique 2º, da Inglaterra. Com um apurado senso político, ela foi considerada uma das mulheres mais poderosas e influentes do seu tempo. O título desta foto é "a águia"
 
 
A rainha Elizabeth 1ª (1533-1603), filha de Ana Bolena e Henrique 8º, assumiu o trono inglês em 1558. Ela nunca se casou, e, por isso, ficou conhecida como a "a rainha virgem"

 
A fotógrafa viajou por cinco meses pela Europa para registrar as paisagens de fundo do ensaio. "Então começou um processo complexo de combinar diferentes paisagens e arquiteturas europeias com as minhas modelos e adereços adicionais", contou Sinclair à BBC Brasil. Aqui, está retratada "a católica", rainha Isabella da Espanha

 
A fotógrafa australiana Alexia Sinclair recriou o luxo e a beleza de monarcas famosas no ensaio fotográfico "as doze rainhas". As imagens retratam figuras da realeza de várias épocas, incluindo Maria Antonieta (1755-1793), a rainha consorte da França, que aparece na imagem com o palácio de Versalhes ao fundo. Esta foto é intitulada a "Rainha Extravagante"
 
 
Olímpia (376 AC-316 AC) casou-se com Filipe 2º, então rei da Macedônia. Da união, nasceu Alexandre, o Grande. A fotógrafa também fez um ensaio semelhante com reis e imperadores, em que ele é retratado, como "filho de Zeus", que era como Olímpia se referia a ele. Ela era uma figura misteriosa e mística e participava de cultos ao deus grego Dionísio. A foto tem o título de "a feiticeira"
 
 
 
 
 
 


Prostitutas mais velhas de Amsterdã contam segredos em livro

 
As gêmeas idênticas Louise e Martine Fokken, de 70 anos. (Foto: BBC)
 
As mais antigas prostitutas de Amsterdã foram jogadas na ribalta com o lançamento de suas memórias e de um documentário sobre suas vidas. O filme "Meet the Fokkens" (Conheça as Fokkens, em tradução literal) segue as gêmeas idênticas Louise e Martine Fokken, de 70 anos de idade, que compartilham os segredos da venda de sexo no famoso distrito da luz vermelha da cidade.
 
Louise e Martine se embaralham no apartamento de dois quartos que dividem em Ijmuiden, a oeste de Amsterdã. Uma de chinelos, a outro de sandálias, elas pegam canecas de café e seus bolos de creme favoritos. Há uma sincronicidade inconsciente em seus movimentos.
 
Martine cantarola enquanto Louise resmunga sobre famílias forçadas a fugir durante a Segunda Guerra Mundial. Sua mãe tinha origem judia, algo que conseguiu esconder das forças de ocupação nazistas, permanecendo na Holanda. Já o tema da canção de Louise transita entre a alegria de viver e a tristeza de deixar alguém.
 
"Nós éramos muito pequenas durante a guerra. Quando as sirenes soavam, nossa mãe nos levava ao porão. Nós não tínhamos capacetes e por isso usávamos frigideiras para cobrir nossas cabeças. Ficávamos muito engraçados. E nos divertíamos lá".
 
Mas suas memórias são de lágrimas ou de risos?
 
"Oh, risos, definitivamente risos. Você tem de rir mesmo se estiver triste, porque é a sua vida e você não pode mudá-la. É sempre melhor se você está sorrindo".
 
As irmãs concordam em uníssono. Mas os seus lábios habilmente pintados de vermelho não diminuem o brilho de tristeza em seus olhos. "É claro que quando tínhamos 14 ou 15 anos nunca pensamos em trabalhar como prostitutas um dia. Éramos criativas e cheias de sonhos", diz Martine.
Louise acrescenta: "Eu sempre conto que o meu marido me batia. Ele era violento e disse que iria me deixar se eu não vendesse sexo para ganhar mais dinheiro".
"Mas ele foi o amor da minha vida ...", diz ela.
 
As crianças de Louise foram levadas para um orfanato. Ela ainda guarda fotografias, que ficam nas prateleiras de uma estante antiga, mostrando seus pequenos rostos sorridentes.

Louise e Martine quando ainda trabalham juntas. (Foto: BBC)
Louise e Martine quando ainda trabalham juntas.
(Foto: BBC)
 
Falando da experiência

Martine ainda vende sexo. Ela diz que a aposentadoria do estado holandês não é suficiente para o seu sustento. Já Louise teve de parar por sofrer de artrite.
 
Martine diz que gostaria de se aposentar, mas não pode. O documentário a mostra no trabalho - sentada em um banquinho, de meias finas, cinta-liga e sapatos altos envernizados.
 
Homens jovens que passam em frente à sua vitrine, alguns deles fazendo turismo sexual, zombam porque ela é velha. Ela ri da situação (como faz com tudo) e afirma não se importar.
 
Ela diz que os tempos mudaram: "Os meninos são diferentes agora, eles bebem muito, são gordos e não respeitam você. Eles deveriam andar de bicicleta como meninos holandeses, e não apenas beber o tempo todo".
 
Apesar das jovens prostitutas que competem na casa ao lado, há ainda um mercado de serviços para Martine.
 
Ela se especializou em bondage para homens mais velhos. Orientando-a sobre como querem que ela se vista, eles a pedem para usar uma série de (aparentemente perigosos) chicotes ou sapatos de salto alto. Parece que ela encontrou um nicho no mercado de fetiche. "Nós sabemos os truques, nós sabemos o que eles querem. Nós sabemos como falar com eles e sabemos como fazê-los rir muito".
Martine diz que tem sorte de estar viva e se lembra de um episódio em que recebeu um homem que lhe despertou uma sensação ruim, de desconfiança. "Ele tirou a roupa e, quando me sentei na cama, percebi que havia uma faca enorme sob o travesseiro".
"Há sempre altos e baixos", acrescenta Louise. "'Altos e baixos, altos e baixos ..." as gêmeos cantam, antes de cair em si e terem um ataque de riso.
 
A história das gêmeas promete, agora, se tornar global. A biografia das irmãs ficou no topo da lista de best-sellers da Holanda e, agora, uma tradução em inglês está sendo impressa e deverá ser lançada ainda neste ano.
 
As gêmeas dizem que "Conheça as Fokkens" ajudou a mudar atitudes e alguns dos abusos a que eram submetidas foram substituídos por respeito.
 
Depois de atacar os restos do bolo com creme de Louise, Martine oferece uma garfada para de um de seus três Chihuahuas, que se equilibra sobre seu colo.
 
"Isso é o que sabemos fazer. Se não estivéssemos na rua, o que faríamos? Esta é a nossa vida". "Além disso", ela olha novamente para a irmã, "ainda estamos nos divertindo".
 
04/10/2012 05h18

Brasil Carinhoso é Lei

Presidenta Dilma Rousseff sanciona a Ação Brasil Carinhoso
A Ação Brasil Carinhoso agora é lei. O Projeto de Lei de Conversão (PLV) 16/2012, que institui o Benefício de Superação da Extrema Pobreza na Primeira Infância, um complemento do Programa Bolsa Família, foi sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, em cerimônia no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (3) de outubro. A solenidade contou com a participação da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

Lançado em maio deste ano, o Brasil Carinhoso, que integra o Plano Brasil Sem Miséria, já retirou 2,8 milhões de crianças entre 0 e 6 anos da situação de extrema pobreza, reduzindo a miséria nesta faixa etária em 62%. Além disso, a ação tem como metas a ampliação do acesso à educação e à saúde.

O novo benefício que compõe o Bolsa Família visa reforçar as ações de erradicação da extrema pobreza entre as famílias que têm crianças de 0 a 6 anos. O objetivo é assegurar uma renda mínima de R$ 70 por pessoa para famílias extremamente pobres com filhos nessa faixa etária.

O início do pagamento do benefício, em junho deste ano, já reduziu a extrema pobreza total em 40%. Em setembro, o benefício complementar do Brasil Carinhoso representou investimento de R$ 182 milhões. “Estes resultados são recentes e ainda não foram captados por nenhuma pesquisa, mas já fizeram a diferença na vida de milhões de brasileiros”, ressalta Tereza Campello. No Censo 2010, o percentual de extrema pobreza na faixa de 0 a 6 anos chegava a 13,3%. Após o Brasil Carinhoso, o índice foi reduzido para 5%.

Dilma Rousseff disse considerar a nova lei “umas das principais” do seu governo. Ela agradeceu o empenho da ministra Tereza Campello, assim como dos ministros da Educação, Aluízio Mercadante, e da Saúde, Alexandre Padilha. A presidenta assinalou também que o investimento social é o que mais tem trazido reconhecimento internacional ao país. “Quando vamos a reuniões internacionais, percebemos que há um grande respeito pelo Brasil, principalmente nas políticas sociais. Acho que o Brasil Carinhoso é um dos melhores desdobramentos do Bolsa Família.”

“Com as ações implementadas ao longo do governo do presidente Lula, reduzimos as desigualdades num ritmo três vezes superior às metas do milênio”, destacou a ministra Tereza Campello. “O Brasil Carinhoso, a mais importante ação de combate à pobreza absoluta na primeira infância, acelerou e catalisou as políticas sociais, tirando de uma só vez milhões da miséria e construindo, com oferta de serviços e de educação, a verdadeira ponte para a inclusão dessas crianças.” 

Setembro finalizado com festa

Como de costume, o mês de setembro foi finalizado com a celebração dos aniversariantes do mês, que envolve equipe e mulheres atendidas pela Pastoral.

Com o tema: Sonhos, a Pastoral da Mulher de Juazeiro encerrou o mês de setembro com a celebração dos aniversariantes do mês.
Todas animadas com o momento, as aniversariantes e demais presentes refletiram sobre a temática através de mensagem e dinâmica sobre como cuidar de seus sonhos. Foi um momento divertido com brincadeira de bolas e música.
Entre uma conversa e outra colocamos para as presentes o quanto é importante sonhar na vida. Que apesar das dificuldades, não se pode deixar de acreditar nos sonhos, nem perdê-los por causa de qualquer pessoas que, em certos momentos, nos fazem desistir, seja através de palavras ou ações. Os sonhos são como as flores, precisam ser cultivados e cuidados diariamente, pois são eles que nos dão a esperança de dias melhores. 
Para as mulheres ficou o convite de buscarem os sonhos não realizados e de cuidarem daqueles que já se concretizaram e agradecer a Deus pela conquista. 
Em homenagens às aniversariantes foi cantado o tradicional "Parabéns a você", junto com abraços e distribuição dos presentes. Logo após houve o lanche partilhado.